Mostrando postagens com marcador Apple. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Apple. Mostrar todas as postagens

terça-feira, maio 01, 2007

Façam suas apostas: Iphone??

Seth Godin andou instigando: Quanto vai vender o iPhone?

Meus números: 2 milhões em 2007. (porque é o que eu acho que eles contrataram dos fabricantes asiáticos que estão produzindo o petardo, não porque o mercado não compraria mais).

ACORDEM pessoas do contra: O IPhone, é, na PIOR das hipóteses, um iPod com um magnífico sistema de ver fotos e arquivos, só por isso já venderia tudo o que tem em estoque!

Magina isso com um telefone?

Pior ainda, magina isso com um SkypePhone-Like, para usar em WiFi?

Tornando horrível, alguem pensou que existe uma indústria de COMPLEMENTOS sendo fomentada e preparada para o iPhone?

Se tivesse mais em estoque.. vendia muito mais....

SENTAPUA! E vamos à luta, Filhos da Pátria!

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Steve Jobs pedindo o fim do DRM ??

Rapais!!

Essa é curiosíssima, só pra começar. Em uma carta berta hoje, Jobs pediu o fim do DRM... Na verdade, essa estória vai ter enooorrrmmeeesss consequências, pq ele diz, literalmente:

"To begin, it is useful to remember that all iPods play music that is free of any DRM and encoded in “open” licensable formats such as MP3 and AAC. iPod users can and do acquire their music from many sources, including CDs they own. Music on CDs can be easily imported into the freely-downloadable iTunes jukebox software which runs on both Macs and Windows PCs, and is automatically encoded into the open AAC or MP3 formats without any DRM. This music can be played on iPods or any other music players that play these open formats.

The rub comes from the music Apple sells on its online iTunes Store. Since Apple does not own or control any music itself, it must license the rights to distribute music from others, primarily the “big four” music companies: Universal, Sony BMG, Warner and EMI. These four companies control the distribution of over 70% of the world’s music. When Apple approached these companies to license their music to distribute legally over the Internet, they were extremely cautious and required Apple to protect their music from being illegally copied. The solution was to create a DRM system, which envelopes each song purchased from the iTunes store in special and secret software so that it cannot be played on unauthorized devices."

Em outras palavras, nós (apple) somos bonzinhos, os big 4 não.

Na verdade, a coisa mais importante de tudo é algo simples: O fim da economia dos copyrights! Imagine que... um artista possa simplesmente deixar rolar soltas suas criacoes... como é que ele ganha dinheiro? performance ao vivo! O mesmo no open source. .todos contribuem com a base, e todos são prestadores de serviços autônomos.

Esse é um papo profundo, que envolve uma mudança na economia capitalista. De mega tycoons (grandes corporacoes) para elementos atomicos. E isso é o q eu chamo de Value Clouds. Nuvens de valor, dinamicas.. como a musica eletronica, atualmente, um exemplo disso.

09/02/2007: Já ouveram trocentas movimentações, como atesta essa matéria da Computerworld. E parece que até a TodaPoderosaRIAA pediu arrego "A RIAA rejeitou tais preocupações em seu comunicado: "Não temos dúvidas que uma empresa de tecnologia tão sofisticada e esperta como a Apple poderia trabalhar com a comunidade para fazer (com que a interoperabilidade) se tornasse realidade.

Já no WSJ, a EMI arreganhou tudo! "In a move that could signal a shift in the music industry's antipiracy strategy, EMI Group PLC has been holding talks with several online retailers about the possibility of selling its entire digital music catalog in the unprotected MP3 format, which can be freely copied and played on virtually any device, according to numerous people familiar with the matter."

VIXI!! Aguardem cenas!!

SENTAPUA! E vamos a luta, filhos da pátria!

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

terça-feira, janeiro 30, 2007

Jihad = Como ensinar a inovar aos jovens do Brasil, Parte 1 - Hackers, Painters, Creators, Followers e bulshitagem!

Folks,

Ainda continuo revoltado revoltado! Esse negócio do Clemente dizer q não podemos ter "garagens" em Pindorama, tá angustiante. Pior ainda dizer que os exemplos de indíviduos brilhantes devem ser pra poucos!! E que devemos ignorá-los e viver nossa "vida de gado", felizes!

Pois, contra a primeira coisa, recomendo Founders at work, exemplo prático de como é q os "nerds" viraram a mesa, inovando inclusive na vida de suas proprias empresas.
Para a a mania de que uma andorinha não muda o mundo, tome Hackers and Painters, e descubra que a criatividade individual ainda move montanhas.

E finalmente, pra quem acha q Pindorama não tem labs, vejam a pesquisa da ABDI sobre inovacao no Brasil (5.000 empresas com labs aq).

Ufff....

sexta-feira, janeiro 19, 2007

História do IPod

Pra quem se interessar, a história do iPod, by Discovery Channel, está no Google Vídeos.
A grande curiosidade é nao ter isso pra vender na iTunes ehehehehe

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Pontos de vista diferentes sobre como inovar (ou, inveja é uma merda)

Né por nada não, mas acabei de ler um artigo de um cara que conheço pessoalmente, mas tenho de discordar violentamente do artigo dele ( veja aqui). O título é simplesmente "Porque temos de nos livrar de Steve Jobs"!

Numa época dessas, onde criar diferencial é a única real competência, um dos maiores criadores deste diferencial é execrado às últimas. E o pior é que o artigo acima só exalta tudo o que o cara fez de bom...

Vou esperar os 15 dias pra dar a sabreada de luz definitiva, mas... Isso me lembram as críticas a Ricardo Semler...

Namaste.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

WebOnomics e o "Apple Phone"

Depois de todo o oba-oba em torno do mega-estrondoso e mal-nomeado iPhone (capa das duas maiores revistas semanais aqui em pindorama, além da MAC+8), a poeira baixou, as criticas comeram soltas, o hype evoluiu para "me deixem enfiar programas ai dentro" e "quero logo que minha operadora também tenha". Na prática, estamos todos salivando para por as mãos em um iPhone. Mas, algumas coisas em torno das externalidades econômicas deste lançamento passaram fora do hype.

De cara, a tentativa de expansão do modelo "appled garden", onde tudo o que tem no iPhone é controlado exatamente como tudo o que tem DENTRO do iPod (leia-se softwares) e dos seus serviços alimentícios via iTunes. Para um telefone GSM, chegou-se ao extremo de se coibir a troca da bateria (como no iPod) e, dizem os que viram o petardo, do próprio SIM Card. Isso só reforça o controle total da Apple no sistema economico derivado de serviços de valor que vão ao celular.

Em resumo, eles tentam colocar o modelinho do iPod (minhas musicas na minha loja só pro meu device), acrescentando minha operadora queridinha, meus amigos de search, meus videos, meus serviços de email (inclusive os sofisticados PushMail).

Ainda nesta linha, pouca gente percebeu uma nova invasão dos serviços maravilhosos do iTunes, que (teoricamente) passam a "orquestrar" a sincronização não apenas das músicas, mas também dos contatos, dos emails (inclusive pushes), dos vídeos, arquivos, etc. Basta lembrar que a Nokia comprou ano passado a Intellisync justamente para controlar essa feature. Dai para a Apple ter o próprio "portal social" (ou fazer parceria com LinkedIn e Plaxo), é só um pequeno passo. Quem usa um celular WindowsMobile e sincroniza seus contatos com o Outlook/Exchange e Plaxo vai entender o alcance do que estou falando.

Outro ponto é que este lançamento soterra de vez uma velha briga de mega modelos de operadoras: Quem controla a "experiência" final do usuário. A Cingular (ou AT&T novamente) vai ser única e tão somente a provedora do canudinho de dados. Todas as marcas de serviços importantes são de terceiros! A subversão máxima é a experiência de falar ao celular agora nao ser mais essa, mas de "usar meu iPhone". Seja pra celular, seja pra VOIP, seja para somente ouvir músicas. Isso desloca definitivamente a guerra dos serviços móveis para os provedores de serviço web. Desde o iMode japones, o mercado de celulares não passava por uma reviravolta tão grande!

Para ficar apenas nesses itens, o que se pode falar é que a Apple não lançou um aparelho. Ela entrou no mercado econômico de serviços, de uma vez por todas e talvez estejamos presenciando na verdade o nascimento é de um novo modelo de negócios, o que eu chamaria de Total Virtual Digital Services Provider (ou TVDSP).

Neste modelo, a Apple, ao incorporar o controle e o poder de um infomediário pesado dos assets mais importantes do momento (música, vídeos, sincronização de emails, etc) e dominar a gestão das plataformas do usuário (devices) com toda a histórica eficiência em criar objetos de desejo, pode ter dado o primeiro passo em criar um novo modelo de "operadora", muito similar ao que a Virgin Mobile começou a construir na Inglaterra nos anos 90 (para quem não sabe, a Virgin é uma MVNO, não tem rede, aluga da British Telecom, mas já foi eleita várias vezes a melhor "operadora celular" da Inglaterra). Isso representa uma imensa troca de poder de negociação, tirando das operadoras os ativos de mídia, as marcas de serviços e levando-os de vez para um player externo (ou vários, como as alianças demonstram).

Os próximos passos é que são complexos de se prever. A Apple vai ter de jogar xadrez em um ambiente que envolvam as operadoras, controlar a produção do aparelho (atender a demanda reprimida, leia-se), controlar que desenvolvedores e hackers não consigam colocar programas no iPhone e ainda assim rentabilizar as parcerias, e estas são só algumas das preocupações.

Mas, com certeza, abre-se um novo jogo. Em termos de economia de redes, externalidades e Webonomics, a Apple lançou todo um novo universo e abriu toda uma nova gama de possibilidades. Inclusive, aprendeu a fazer algo "evil": FUD!! O "lançamento" não foi de fato. Foi um Demo! E agora, todos nós somos consultores à serviço de Cupertino (inclusive esse artigo), fornecendo todos os "side effects" que este modelo irá gerar.

Pela primeira vez na história da Apple, além do Intel Inside, estamos vendo um FUD-Driven Launch.

Quem diria que vería-mos este dia!!