quarta-feira, março 28, 2007

Mercado de Telecomunicações móveis e sua evolução

A moda agora é dizer que o mercado de telecomunicações móveis está saturado. Mentira. Pode estar em vias de saturar a base total de assinantes do Brasil, pelo modelo atual de crescimento (venda de terminais). Mas existem vários outros modelos à disposição no mercado.
A substituição de modelos antigos por mais novos é um deles. Novas cores, designs, modelos e funcionalidades (cameras, mp3 players, rádio fm, etc) são alguns dos drivers disso, mas existem muitos outros sendo analisados nos bastidores de empresas de consumo. Opções que foram tentadas em momento de crescimento e agandonadas, podem ser reativadas como estratégia de substituição. Por exemplo, quem não lembra do Baby Gol, da Telesp Celular? E times de futebol são apenas a alternativa mais comum e mais simples, mas o celular D&G da Motorola é um outro exemplo, no espectro mais sofisticado.
A entrada de aparelhos (e serviços) muito mais sofisticados, os smartphones, é outro grande movimento. O mercado já se acostumou a tudo o que vem nesses aparelhos como ferramentas essenciais de produtividade e hoje um executivo que não tenha seu smartphone já está em desvantagem em relação aos outros, pela simples disponibilidade instantânea de emails, contato e calendário sincronizados.
Os serviços mais sofisticados também acompanham essa tendência. De jogos (até o SeccondLife já tem versão mobile), aplicações corporativas, vídeos e ferramentas de geo-localização, a mera disponibilização de uma ou outra ou todas juntas já é motivo para movimentação na base, não apenas para aquisição dos aparelhos, mas também de novos planos de serviço (acesso a dados e as próprias aplicações, que são fornecidas de várias formas em vários planos de assinatura ou compra).
Essa sofisticação maior acaba alterando o próprio ecossistema de serviços, pois uma música vendida via um celular, teoricamente, não deveria ser tarifada como um serviço de telecom (com sua escorchante e absurda carga tributária), mas apenas como música. E neste caso, sobre o serviço também incidem as taxas de direito autoral, gravadoras, ECAD e etc. E, não é só a operadora que recebe dinheiro, esses outros players também devem ser remunerados, criando um efeito em cascata de tributação em vários momentos, por vários impostos, do mesmo bem.
Sem falar no complexo modelo de pagamentos via celular, que envolve tantos modelos de negócio disponíveis quanto são os sistemas financeiros de cartão no mundo. O Felica, japones, por exemplo, usa um padrão de smartcards acoplado ao aparelho, transformando a carcaça do celular no envoltório de um smartcard. Com isso, o aparelho (e a operadora) em si não fazem nada, mas a validação em alguns casos é feita devolvendo um email/sms ao aparelho. Aqui no Brasil, algumas empresas já testam o uso do vale refeição via celular, com muito sucesso nos pilotos.
E além disto, existem os mercados de appliances especiais, como os coletores de dados, os aparelhos de rastreamento, os modems de banda larga móvel (EvDO) e os novos appliances de banda larga fixa (WiMAx). Muitos produtos e serviços vem desses usos, o famoso M2M.
Finalmente, a grande expectativa mesmo é o super multi-funcional iPhone, da Apple, que integra não só tudo o que falamos, mas algumas batalhas meio épicas sobre o modelo de negócios, sendo a primeira delas que a Apple está criando um modelo similar ao de MVNO sem ser uma. Em outras palavras, como o aparelho sai lacrado (não tem parafusos) é a Apple que determina qual é a operadora do dono do aparelho. Além disso, independente do fato de o aparelho ter um software versátil, também é única e exclusivamente a Apple quem determina quais e como serão tarifados os serviços no iPhone. A própria operadora não tem esse direito. E como todos conhecem o conceito desenvolvido ao redor do iTunes, essa pode ser a maior chacoalhada desde o i-mode japones.
Por tudo isso, o que acontece é que o poder de processamento que está sendo embutido em tudo o que vem em um "multiphone" evolui a passos quânticos, tanto em funcionalidades dependentes de componentes físicos (cameras, memória, etc), quanto dos serviços e modelos de negócio asssociado. Portanto, é bom não confundir base instalada de assinantes com crescimento do mercado. A base de PCs não evolui tão rápidamente quanto o valor dos mercados de serviços e produtos disponíveis para eles. Nos mercados de mobilidade, então, nem se fala.

terça-feira, março 27, 2007

Emergindo por uma causa URGENTE - AMEAÇAS DE VIDA VIA BLOG!

Caros,

A Kathy Sierra foi AMEAÇADA FISICAMENTE em VARIOS blogs na internet, como ela mesma explica em seu blog, aqui.

Por causa disso... A coitada cancelou paletras, se trancou em casa, chamou a polícia e etc.

Terrorismo psicológico idiota!

SENTAPUA NESSES FDPS!

segunda-feira, março 26, 2007

Microsoft e sua "live core cloud of services" (seja lá o que for isso)

Phil Wainewright again!

Dessa vez, Phil levanta a bola da crise de identidade da MS entre ser uma empresa de serviços (no futuro, veja meu post sobre Ray Ozzie). Veja a pérola:

"Examples like this give fleeting glimpses of what Live can and should become, and yet so many Live initiatives frequently stumble as if Microsoft simply cannot shake off its old self. In January, I highlighted Office Live's abysmal treatment of its beta adopters. Then last month an unnoticed bug on Microsoft's newly launched AdCenter cost-per-click advertising service began overcharging advertisers by thousands of dollars. The bug was quickly fixed and customers refunded (sometimes by too much, though), but it's a useful reminder of how software errors become so much more calamitous when you're delivering services on-demand — and of just how impressive by comparison Google's almost flawless execution of its AdWords and AdCenter services has been over the years."

Essa mudança vai looonnnngggeee....

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

sexta-feira, março 23, 2007

300 e a vida corporativa!

Dizem que blogar é a arte do copy&paste elevada à potência máxima.

Bem, Ricardo Jordão ta merecendo cada vez mais esse copy... Toda sexta, quase que invariávelmente. Com seu estilo mais para Tom Peters brasileiro que para um Drucker, ele realmente me encantou com seu estilo arrojado de quebrar o coco.

Sobre 300 (o filme), a pérola:

"Quando em um momento importante da batalha, Leonidas encontra Xerxes, o grande rei pergunta "Como você pensa que vai conseguir me derrotar? Eu mataria qualquer um dos meus próprios homens para conseguir a vitória sobre você", "Eu morreria por qualquer um dos meus homens" responde Leonidas."

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

quinta-feira, março 22, 2007

CRM 2.0 (ou seria 3.0?)

Enquanto a SalesForce.com anuncia seu novo AppSpace:

"Appspace … is designed to allow users to share content and ideas and collaborate on a Web page, much like an enterprise version of MySpace, said Kendall Collins, senior vice president of corporate and product marketing for Salesforce. Appspace aims to allow users to add applications to the space, as well as share documents and combine the technology to create new uses via 'mashups', hybrid software that combines content from more than one source."

E ai, vem a perguntinha: Web 2.0 atingiu o mundo de apps corp? Phil, mais uma vez, tras pérolas interessantes sobre o assunto:

"Bizarrely, Salesforce.com's application designers have to take their cue from MySpace teenagers, the great unwashed of Digg and the raging crowds of the blogosphere before they begin to realize that the Web can become a platform for the socialization of the customer experience. Even though collaboration has been staring them in the face ever since they first started using the Web, they've kept it out of CRM, I suppose because somehow it didn't seem to fit in the same application category."

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

terça-feira, março 20, 2007

Silvio Meira recolhendo de seu baú e requentando pérolas... E eu, claramente, redegustando-as:

"Tecnologia é cultura, é uma das três culturas. C. P. Snow falava de duas, apenas: ciência e humanidades. Mas prefiro um espaço tridimensional onde a ciência é o eixo da verdade (da descoberta, do entendimento do mundo em que vivemos); a arte é o domínio da estética, da procura da beleza e a tecnologia, ao invés de ser uma (não tão) simples conseqüência das descobertas científicas e sua aplicação no mundo real é, de fato, o domínio da possibilidade. Parte significativa do que a tecnologia faz vem da experiência, às vezes não muito bem explicada, da montagem de “legos” de conhecimento, às vezes apenas prático."

Imperdível é o artigo do Adam Kahane (how to change the world) que ele cita, provavelmente lido por Al Gore :) Também tem outro dele muito interessante de cenários (e ventos)...

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

segunda-feira, março 19, 2007

Vivendo a vida em modo Beta...

As John Battelle said recently, the conversation now is the content. It’s not about the finished story but about the ongoing story. It’s the conversation. And since most conversations don’t have a conclusion, they are ongoing. We live a life in beta.


SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

sexta-feira, março 16, 2007

A mágica da estratégia de novos mercados em SaaS

Em um recente post, Phil Wainewright discorre sobre uma empresa nova que está em uma espiral para atacar um novo mercado de SaaS.

"One of the most impressive facets of Xactly's strategy is that it's defining its own market, rather than aiming to seize an existing application category from incumbents. After a period of intensive analysis of the market opportunity ahead of it, Xactly believes it can expand into a number of related application categories (see diagram) that are poorly served by current vendors — especially in the high end of the mid-market, which is the sweet spot for Xactly and its on-demand offerings."

Mais do que toda a vasta teoria de chams, oceanos, Porters e Christensens, o interessante é notar que o CRESCIMENTO já vem com o LockIn embutido, qdo falamos de SaaS...

"Connect is an API, provided free-of-charge, which allows developers to create custom connections either into or out of Xactly. This means customers can link back-end data from any system into Xactly, and once it's been cleansed and transformed in the Xactly engine it can then be exported, for example into business intelligence software for further analysis."

É... Como alguém já escreveu não lembro onde sobre a dominância da SAP no high end... Parece que os novos SaaS players vão dominar tudo no middle low end market.

Quem viver... Verá!

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

Para os sortudos q vao na Emerging Tech Conference

“Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic.”
—Arthur C. Clarke,"Profiles of The Future"

Primeiro, ver aqui.

Depois IMPERDIVEL, é essa palestra!
No Program Left Behind: Liberating TV from the Tyranny of the Ephemeral: Tom Loosemore on the fusion of broadcast television and Web video distribution, a.k.a. "Designing the Mutant Offspring of Logie Baird and Berners-Lee."

SENAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

Porque ainda vamos em conferências?

A Kathy Sierra realmente tem um estilo único de dizer coisas complexas de maneira assustadoramente emocionante.

Qdo crescer, quero ser como ela....

A última veio em um post sobre porque diacho ainda vamos em conferências...
A resposta assustadora:

"The point is, face-to-face still matters. And in fact all our globally-connecting-social-networking tools are making face-to-face more, not less desirable. Thanks to the tools y'all are building, we now have more far-flung friends--including people we've never met f2f--than ever before. We now have more people we want to connect with in the human world, often after years of electronic-only contact."

Coincidentemente, ontem estive em um congresso de qualidade de sistemas. PPTs à parte, o melhor eram as perguntas sempre desconcertantes dos clientes aos fornecedores presentes...

Então, como dizemos na Bahia, visú é bão, ma olho no olho é q decide o pão!

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

quarta-feira, março 14, 2007

E o futuro? Social and Humanistic Computing...

"The world is full of people whose notion of a satisfactory future is, in fact, a return to the idealised past."Do livro A Voice from the Attic.

No International Journal of Social and Humanistic Computing, várias dicas de como tudo está na verdade interconectando cada vez mais sociedades mutantes em informação e compartilhamento de interesses.

Talvez, num curto espaço de tempo (uma vida humana, por exemplo), possamos ver positividade e construtivismo expalhando-se por ai...

Com diz Bob Proctor.. Energy Atracts Kike Energy...

Que assim seja...

terça-feira, março 13, 2007

Web 3.0 e DESAFIANDO O IMPOSSÍVEL!

"Vou dar a volta no mundo, eu vou... Vou ver o mundo giraaaaaarrr..."

Nick Carr levantou uma bola:
"But the nail in the coffin comes in tomorrow's New York Times, which features a big article by John Markoff on - yes! - Web 3.0. Formerly known as the semantic web, but now rebranded for mass consumption, Web 3.0 promises yet another Internet revolution. It would, Markoff writes, "provide the foundation for systems that can reason in a human fashion ... In its current state, the Web is often described as being in the Lego phase, with all of its different parts capable of connecting to one another. Those who envision the next phase, Web 3.0, see it as an era when machines will start to do seemingly intelligent things.""

Depois, mostrou o que era: a bola:
"Artificial intelligence guru Danny Hillis has launched an early version of the first major Web 3.0 application. It's called Freebase, and its grandiose epistemological mission is right up there with those of Google and Wikipedia."We’re trying," Hillis tells John Markoff of the New York Times, "to create the world’s database, with all of the world’s information.” Alpha user Tim O'Reilly says that Freebase "appears to be a bastard child of wikipedia and the Open Directory Project" but that it's really "like a system for building the synapses for the global brain.”

E... FreeBase é uma empresa da...

"Metaweb proudly introduces Freebase.com.

Based in San Francisco, Metaweb Technologies, Inc. was spun out of Applied Minds, Inc. in July, 2005 to build a better infrastructure for the Web. Metaweb was founded by Danny Hillis and funded by Benchmark Capital, Millennium Technology Ventures, Omidyar Network and other prominent investors. It is led by battle-hardened alumni of Netscape, The Internet Archive, Alexa, Tellme, Intel and Broderbund."

Isso me lembra Ricardo Jordão, falando de outra revolução:
"Houve um tempo em que as pessoas faziam coisas arrojadas para abrir novas fronteiras. Nós coletivamente esquecemos de fazer isso. Hoje nós vivemos um momento em que precisamos ser novamente arrojados." Bill Stone, explorador, 11 de Março na TED Conference."

E é isso. Quem acha q acabou, TA MORTO!!

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

segunda-feira, março 12, 2007

A única receita infalível para o sucesso

Trabalhar pra CARALHOOO!!!

E não desistir NUNNNNCA!!

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

Delírios II - Good Times, Bad Times

LED ZEPPELIN

In the days of my youth
I was told what it was to be a man,
Now Ive reached the age
Ive tried to do all those things the best I can.
No matter how I try,
I find my way to do the same old jam.

*good times, bad times,
You know I had my share;
When my woman left home
With a brown eyed man,
Well, I still dont seem to care.

Sixteen: I fell in love
With a girl as sweet as could be,
Only took a couple of days
Till she was rid of me.
She swore that she would be all mine
And love me till the end,
When I whispered in her ear
I lost another friend.

* chorus

I know what it means to be alone,
I sure do wish I was at home.
I dont care what the neighbors say,
Im gonna love you each and every day.
You can feel the beat within my heart.
Realize, sweet babe, we aintt ever gonna part.

Tem coisas que só a web 2.0 fáz pra voce....

Pra descontrair as almas angústiadas que curtem rock and roll e jedis... IMPEEERRRDÍVEL esse vídeo!



















SENTAPUA! E vamos à luta filhos da Pátria!

sexta-feira, março 09, 2007

País caudatário... Essa eu nunca tinha ouvido!!!

Silvio, falando de Bush Filho e nosso alcool, "o álcool [como energia, e não como bebida] está em alta e na agenda de todo mundo, inclusive na do encontro bush-lula. prato cheio pra todo analista falar das vantagens competitivas do brasil no setor, sem saber exatamente o que são tais vantagens e quais são elas, aqui, no momento. nossa única vantagem, agora, é o domínio da tecnologia e das inovações do álcool-energia acima da média dos outros países, inclusive dos americanos, tipo de diferencial que eles passarão a ter em três ou cinco anos, em relação a todos os outros países, se investirem de verdade no negócio, como têm feito em várias áreas da economia. a américa está preparada para competir e, decidindo fazê-lo, põe [muito] dinheiro, sem entraves, estimula a criatividade e a inovação, cria mercados, exporta pro mundo…

Para o brasil continuar competitivo no setor de bioenergia, tem que investir, e muito, em formação de capital humano, pesquisa, desenvolvimento, tecnologia, inovação e no fomento às empresas daí derivadas. exatamente tudo o que não fazemos, ou fazemos disso um simulacro tão medíocre do que deveria ser a realidade que, às vezes, até dá pena. dá pena ver o que empresas nacionais, de alta intensidade tecnológica, têm que fazer para continuar competitivas, tal é a escassez de recursos, planos e políticas federais para sua sobrevivência. sim, pois em tecnologia, sobreviver é quase uma conseqüência da inovação contínua, quase paranóica. isso -a paranóia- é bem presente lá na américa, seja no governo de bush ou em qualquer outro. é por isso, aliás, que ele está aqui."

Onde sou forçado a concordar... Principalmente depois de voltar de um evento da ACEL onde ouvi o presidente de uma operadora declarar abertamente que SOMOS (assim, no infinitivo declarativo imperativo) um país sempre CAUDATÁRIO em termos de tecnologias... Em português baiano, somos é bundões mesmo!


SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

quarta-feira, março 07, 2007

O que é Publishing hoje e dq ha 10 anos?

A O'Reilly vai lançar uma conferência sobre o que acontece no mundo dos editores e editoras (livros, entenda-se)...

"Publishing isn't about putting ink on paper, and moving blocks of said paper through warehouses to readers. It's about knowledge dissemination, learning, entertainment, codification of subject authority -- the real jobs that authors and publishers do for readers. There are many people who are rethinking those jobs as they are being performed today, in the age of the internet.Our goal is to bring together people who are pushing the boundaries of publishing and those who want to learn from them, and to provide a table of contents (TOC), so to speak, on what modern publishers need to know."

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

VAMUMUDAROMUNDO! Agora!! Senão....

VAMOS AO LIVE EARTH!!!


Antes que tenhamos de ir ao velório da humanidade....

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

Atirou no que viu.. acertou... Uma nova rede??

Silvio meira táva pitaqueando sobre IPTV por aqui e lascou o petardo:

"mas google anda dizendo que esta coisa de IPTV não pega nem tão cedo, devido à falta de infra-estrutura de internet. por quê? será que é porque google está montando sua infra de rede, pelo mundo [especialmente nos eua], e começa a pensar no que seria de seu investimento de bilhões de dólares se outros mecanismos de distribuição de conteúdo, mais leves e baratos, tomassem seu lugar?…"

Será que o Google tá montando (com todo esse enorme grid mega hyper computing deles) uma nova Semantic Network por ai?

Enquanto isso... O Google tomou chumbo sobre copyrights de ninguém menos que... A Microsoft!! Nick Carr abre o verbo...

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

What the hell é um evangelist.. ?

Qqer um que queira aprender o que diabos é um evangelista... That's the model ...








p.s. Txs, de novo, Ricardo Jordão!

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

sexta-feira, março 02, 2007

1984 ao contrário

Amigos andam por ai postando coisas intrigantes sobre a vida D.

Erico Andrei deu um surto de historiador e defende que o mundo terá 5 "computadores" em formato grid-quantum.
"Gigantes lutam pela sua audiência e para tomar conta de seus dados e de sua empresa mediante módico aluguel. Microsoft, Google, Amazon, Ebay, Yahoo, Apple, IBM, Oracle, Newscorp e Sony entre eles."

As previsões de Érico são interessantes e me lembram a IBM dos anos 70, a dos megamastodontes (chamados de Bureaus)

Mas, para o mundo moderno, devemos considerar uma contratendência muito ponderosa, o aumento do poder de “boxing” dentro de casa. Boxing é ter tudo o que é mídia e computação em alguma coisa nada parceida com o PC atual, mas muito mais chegada aos atuais home theaters. Uma pergunta simples é onde estará minha coleção de CDs em 5 anos... Com as leis magnânimas de capacidade de processamento, de storage e de banda (principalmente com FTTH – Fiber to Home), fica impossível não “delirar” em ter uma “sala lacrada” em casa, blindada por alguns softwares de segurança privados, esquemas de auto identificação e segurança dos nossos “personal assets”. Até porque, quem lembra de 1984 morre de medo do grande irmão.

Na prática, a Microsoft, a Cisco, a Intel, a Sony, a Phillips e mais meia dúzia de start-ups vendem esse conceito há 10 anos. E quem vai nas CES vê muito disso em ação.

Claro que Google e as megamonitoradoras da vida alheia (NSA, px.) querem ter acesso a todas essas coisas, sem falar da loucura dos estúdios/gravadoras/copyrighters em controlar tudo o que você tem em casa de mídia digital. Mas, usando a navalha de Okham, lá em casa vai ter o meu “digital mega juke-all-box”, daqui há uns 5 anos.

Isso reflete como eu consumo mídia. Eu quero ter minhas fotos em minhas mãos. Acessível apenas a quem eu quero e não ao mundo em geral. Idem para minhas músicas, vídeos etc. Não faço parte de “redes sociais”, tirando o LinkedIn, que considero uma rede profissional. Não quero minha vida escancarada para PCCs e NSAs da vida.

Não sei se isso leva em conta a tendência do mundo, mas é o q eu penso, pelo menos.

Além disso, existe o nefasto mundo de onde os valores econômicos gerados pelos pobres usuários que deixam seus dados por ai e mais ainda pelos bisbilhoteiros que vão lá olhar esses dados. Tudo isso gera uma imensa massa de estatísticas de uso de mídia, navegação, visitação, navegabilidade, etc. Isto nos mudou de uma economia de programadores, onde o código e as funcionalidades valiam algo, para uma economia de produtores de conteúdo relativamente simplório no seu individual, mas que coletivamente é valioso. E, perversa e confusamente, os “produtores”de conteúdo acabam também sendo os maiores consumidores de advertising (e outras formas sutis, como os ad-videos que agora pululam no YouTube).

É só dar uma conferida nesste aritgo da O'Reilly, "The economics of online advertising". E para quem acha q "there's no free lunch", os free customers se pagam (e muito bem). Vemos isso nas pesquisas do acadêmico Sunil Gupta, como pode ser visto nessa entrevista na HBS.

"Gupta's work provides a model for determining this value and is related to research being done by colleague Andrew Hagiu and others into the dynamics of multi-sided markets: platforms that serve two or more distinct groups of customers who value each other's participation. Just how that participation is valued is a question Gupta's research begins to answer.”

Nick Carr também se impressionou com isso: "Some of the results are fascinating. The professors found, for instance, that the value of each nonpaying customer (buyer) was actually slightly higher than the value of each paying customer (seller) - even though there were far more buyers than sellers in the company's marketplace. (To put it another way, the network effect of a buyer on a seller was far stronger than the network effect of a seller on a buyer.) The research also demonstrates that it's possible to estimate optimal marketing expenditures as a two-sided business grows. While heavy markering spending is required in the early days to attract a critical mass of buyers, the network effect itself becomes a larger attractant than marketing as the business grows, allowing a company to cut back its marketing budget over time. Knowing the optimum spending amount with some precision at different points in time would help businesses maximize their profits. The information would also, the authors argue, allow a company's founders, managers, and investors to gain a more accurate understanding of the firm's overall value."

Como lembra Cristina Soares,:

“Porém, com a internet cada vez mais popular somada à TV digital (onde a interação será maior) e por fim a convergência das mídias, celebridades serão diluídas em um grande caldo de informações, interesses e pessoas. A única celebridade que restará será a própria internet.

Ah! E o Google. Que de site de busca passará a entidade onipresente. Aquele que tudo sabe. Aquele que tudo vê.”

Não sei se sou muito favorável a essa idéia de ser mais googado do que já sou!

Ricardo Banffy toca num outro ponto delicado, a histórica “sorpetência” (competência em ter muita sorte) da MS:

“Muito do monopólio da Microsoft hoje não se deve tanto à competência dela em reconhecer tendências (e aproveitá–las, com produtos e estratégias), mas à inépcia dos seus concorrentes que não raro insistem em ir contra a razão ou se atacar entre si.”

O que me lembra que tudo o que estamos discutindo pode sofrer uma imensa reviravolta via um dos mamutes do mercado... Ou de uma startup... Ou de uma ação massiva de alguém deste modelo complexo sendo desenhado.

Futurologia é isso ai, e enquanto até Silvio dá seus pitacos sobre este tema de mídia-acesso-controle-onde-vai-ser-minha-tv, mantenho a Lei de Kransberg: a tecnologia nao é má, nem boa, também não é neutra.

Escolham seus lados da batalha, saiam do muro. Tem muita gente extremamente inteligente e competente correndo nesse ônibus da estória...

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

quinta-feira, março 01, 2007

Eu era um lobisomem juvenil

Eu era um lobisomem juvenil
(Letra: Renato RussoMúsica: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá)

Luz e sentido e palavra
Palavra é que o coração não pensa.

Ontem faltou água.
Anteontem faltou luz.
Teve torcida gritando quando a luz voltou.

Não falo como você fala.
Mas vejo bem o que você me diz.

Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo.
Prefiro acreditar no mundo do meu jeito.
E você estava esperando voar.
Mas como chegar até as nuvens com os pés no chão?

O que sinto muitas vezes faz sentido.
E outras vezes não descubro o motivo.
Que me explica porque é que não consigo.
Ver sentido no que sinto, o que procuro.
O que desejo e o que faz parte do meu mundo.

O arco-íris tem sete cores.
E fui juiz supremo.

Vai, vem embora . Volta
Todos tem, todos tem suas próprias razões.

Qual foi a semente que você plantou?
Tudo acontece ao mesmo tempo.
Nem eu mesmo sei direito o que está acontecendo.
E daí, de hoje em diante.
Todo dia vai ser o dia mais importante.

Se você quiser, alguém pra ser isso seu.
É isso não se esquecer: estarei aqui.

Não digo nada, espero o vendaval passar.
Por enquanto eu não sei
O que você me falou me fez rir e pensar.
Porque estou tão preocupado por estar tão preocupado assim?

Mesmo se eu cantasse todas as canções.
Todas as canções, todas as canções.
Todas as canções do mundo.
Sou bicho do mato mas...

Se você quiser alguém pra ser isso seu.
É só não se esquecer: estarei aqui.

Ou então não terás jamais a chave do meu coração.

Atendendo a pedidos... O protocolo FLS!

Nascido no longínquo e saudoso asteróide da Vesta...

Advindo de uma estratégia de marketing arakiri de um diretor de marketing orientado a "Mkt through evangelization"....

NAsceu, nos idos de 99, por minha própria e exclusiva autoria... O mais maravilhoso e útil protocolo de comunicações intergaláticas da área de tecnologia: O F.L.S.!

Naqueles idos, a idéia era circular no mercado com um palm e o Jargonator, do Dilbert, funcionando a toda prova. E diante de tantas siglas, acrônimos, maravilhosas buzzwords (saudade da Business 2.0).

O FLS é uma arte milenar, baseada em princípios Zen, ensinada pelos cavaleiros Jedi e praticada por todos os seguidores de Halla, da Mooca a Betelguese. E a arte é ensinada em níveis crescentes de complexidade, do F ao S...

F = Fluffers
Fluffers eram os pedaços de comunicação que sempre deveriam preceder notícias catastróficas.
Ex. A verdade: Voce tem de jogar tudo fora e recomeçar seu sistema do zero.
Fluffer: Teremos a oportunidade de reestruturar a arquitetura de todo o sistema e poderemos reotimizar todo o código feito, além de fazer uma otimização de todos os bancos de dados.

L = Luffers
Luffers era pegar a pergunta do cliente e apontar para ele mesmo, de modo que:
1 - Se a coisa fosse interessante, ele achasse que nós que tínhamos sugerido o assunto, ou seja, seríamos gênios.
Ex.: O cliente pergunta: Então, quanto tempo levaremos para completar esse projeto, de acordo com sua estimativa?
Nós respondemos: Olha, de acordo com SUAS premissas, pudemos elaborar estimativas macro, que respeitando as condicoes x, y, z, chegamos ao SEU cronograma.

2 - Se fosse uma imensa baboseira, o cliente veria que ele poderia ter outra idéia, e a gente não sairia de agressor ao status quo.
Ex.: O Cliente pergunta: Entao, podemos migrar tudo de uma vez?
A gente responde: Sim, apenas necessitamos endereçar todas as issues possíveis, dentro de alguns constraint factors e obedecendo as regras de governance. Óbviamente o desenbolso do CAPEX necessário deverá ser concentrado no primeiro mês e tbm contamos com a participação de 100% do seu time.

Há mais variantes dos Luffers, como as LHUFFARS, mas isso é outra estória e outro protocolo.

S = Sbrubles
O sbrubles é a quintessência da comunicação quântica. É quando o cliente te faz uma pergunta técnica, extremamente complexa, sobre um assunto do qual voce não domina patavina, e, como estratégia de aniquilação de ruídos de comunicação, voce responde com outra afirmação extremamente técnica e complexa, com outro assunto (relacionado) do qual voce tem certeza absoluta que o cliente também não entende patavina.... Consequentemente, ele não irá questionar nada para não expor a própria ignorância sobre o assunto. E mesmo se questionar, vc ainda pode continuar descendo maus uma improbabilidade quântica, mudando para outro assunto ainda mais esotérico, ou mesmo aprofundando em algum acrônimo do mesmo tema.
Ex. O cliente pergunta: O que voce acha de SOA?
Voce responde: Olha, desde que houve a ruptura do modelo de uniblock, várias arquiteturas foram definidas. SOA é algo que implementa de vez o conceito de poliblading servers, com sua contextualizãção semântica não só da estanciação transacional otimizada de serviços remotamente publicados, com também na homogeinização das estruturas dinâmicas de dados de comunicação entre os objetos.

Alguns mestres de 42 DAN (só tem eu por enquanto), dominam os três e ainda podem aplicá-lo em outros contextos.
Dai, além do FLS nativo (para a área de tecnologia), existem tbm outras variantes, como:

FLS RH

FLS Consulting

FLS Marketing

FLS Vendas

FLS Finanças

E por ai vai.

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

WWOOOOWWW - Starbucks fires back (theyr back)

De novo...pra quem não acha que é gente q move organizações..

1 - O blog da Starbucks...
Mantido por funcionários que são os próprios "ombudsman" da empresa... Coisas terríveis se dizem lá... E essas coisas são corrigidas!!! Isso é q é FeedCrau!

2 - O memo de Howard Schultz detonando internamente a turma..

From: Howard Schultz
Sent: Wednesday, February 14, 2007 10:39 AM Pacific Standard Time
To: Jim Donald
Cc: Anne Saunders; Dave Pace; Dorothy Kim; Gerry Lopez; Jim Alling; Ken Lombard; Martin Coles; Michael Casey; Michelle Gass; Paula Boggs; Sandra Taylor

Subject: The Commoditization of the Starbucks Experience

As you prepare for the FY 08 strategic planning process, I want to share some of my thoughts with you.

Over the past ten years, in order to achieve the growth, development, and scale necessary to go from less than 1,000 stores to 13,000 stores and beyond, we have had to make a series of decisions that, in retrospect, have lead to the watering down of the Starbucks experience, and, what some might call the commoditization of our brand.

Many of these decisions were probably right at the time, and on their own merit would not have created the dilution of the experience; but in this case, the sum is much greater and, unfortunately, much more damaging than the individual pieces. For example, when we went to automatic espresso machines, we solved a major problem in terms of speed of service and efficiency. At the same time, we overlooked the fact that we would remove much of the romance and theatre that was in play with the use of the La Marzocca machines. This specific decision became even more damaging when the height of the machines, which are now in thousands of stores, blocked the visual sight line the customer previously had to watch the drink being made, and for the intimate experience with the barista. This, coupled with the need for fresh roasted coffee in every North America city and every international market, moved us toward the decision and the need for flavor locked packaging. Again, the right decision at the right time, and once again I believe we overlooked the cause and the affect of flavor lock in our stores. We achieved fresh roasted bagged coffee, but at what cost? The loss of aroma -- perhaps the most powerful non-verbal signal we had in our stores; the loss of our people scooping fresh coffee from the bins and grinding it fresh in front of the customer, and once again stripping the store of tradition and our heritage? Then we moved to store design. Clearly we have had to streamline store design to gain efficiencies of scale and to make sure we had the ROI on sales to investment ratios that would satisfy the financial side of our business. However, one of the results has been stores that no longer have the soul of the past and reflect a chain of stores vs. the warm feeling of a neighborhood store. Some people even call our stores sterile, cookie cutter, no longer reflecting the passion our partners feel about our coffee. In fact, I am not sure people today even know we are roasting coffee. You certainly can't get the message from being in our stores. The merchandise, more art than science, is far removed from being the merchant that I believe we can be and certainly at a minimum should support the foundation of our coffee heritage. Some stores don't have coffee grinders, French presses from Bodum, or even coffee filters.

Now that I have provided you with a list of some of the underlying issues that I believe we need to solve, let me say at the outset that we have all been part of these decisions. I take full responsibility myself, but we desperately need to look into the mirror and realize it's time to get back to the core and make the changes necessary to evoke the heritage, the tradition, and the passion that we all have for the true Starbucks experience. While the current state of affairs for the most part is self induced, that has lead to competitors of all kinds, small and large coffee companies, fast food operators, and mom and pops, to position themselves in a way that creates awareness, trial and loyalty of people who previously have been Starbucks customers. This must be eradicated.

I have said for 20 years that our success is not an entitlement and now it's proving to be a reality. Let's be smarter about how we are spending our time, money and resources. Let's get back to the core. Push for innovation and do the things necessary to once again differentiate Starbucks from all others. We source and buy the highest quality coffee. We have built the most trusted brand in coffee in the world, and we have an enormous responsibility to both the people who have come before us and the 150,000 partners and their families who are relying on our stewardship.

Finally, I would like to acknowledge all that you do for Starbucks. Without your passion and commitment, we would not be where we are today.

Onward…

ALUCINANTEMENTE preciso!!! palavras mágicas: "We have built the most trusted brand in coffee in the world, and we have an enormous responsibility to both the people who have come before us and the 150,000 partners and their families who are relying on our stewardship."

Finalmente, Tom Peters... Arrasadoramente...
"As I make this note, I am sitting in my local coffee shop. The owner told me about a new shipment of Peru Norte Especial beans he just got in and how he had roasted it to City+ to bring out its subtleties. Like an expert sommelier, he described it in wonderfully delicious detail. I can smell the breads baked on site and hear the wonderful hissing of the espresso machines. Howard would like this place. Oh, and by the way, I am sending in this dispatch using the FREE wireless connection from this wonderful coffee shop. Now this feels like a third place! Go get 'em, Howard!"

Como dizemos na i9i.. .Move right, or Die!

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

Coisas da complexidade das redes e afins...

Seth Godin, novamente, levanta umas bolas da "nova" web:
"As the web gets more sophisticated, we find new variations all the time. Chris points us to SwitchPlanet.Com. Craigslist meets eBay meets Netflix. For charity."

Ai, u revisitei a tralhoteca e lembrei de 3 livrinhos "mágicos" (apesar de meio indigestos) sobre network efects, que valem a pena ser lidos.

Weak Links: Stabilizers of Complex Systems from Proteins to Social Networks (The Frontiers Collection) (Hardcover)


Book 2 - The Structure and Dynamics of Networks: (Princeton Studies in Complexity) (Paperback)


Book 3 - Small Worlds: The Dynamics of Networks between Order and Randomness (Princeton Studies in Complexity) (Paperback)


Divirtam-se :)

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

Que PORRA é essa?

Depois de muito tempo...

O que diabos está acontecendo com as empresas mundo a fora heim?

Ao mesmo tempo que vemos empresas fantásticas para as pessoas, como o Google, que eu mencionei no post anterior de Ricardo Jordão, temos ambientes profundamente estressantes, desestimulantes, medíocres e fadados, irremediavelmente, a... Se perpetuar!!!

Exatamente... Se perpetuar....

Ando prestando muita atenção no que pensamos e sentimos durante o dia (engenheiro com sensibilidades humanísticas, é o fim do mundo!!) e fico pensando que talvez estejamos mesmo vivendo numa Matrix... A mídia nos bombardeia com idéias pré-enlatadas o tempo todo, em espectros bem distintos: De um lado, as notícias cor-de-rosa de que é duka estar na empresa X, ter o cargo Y, o carro Z e por ai vai... Por outro, a sindrome do pânico total, a corrupção, crianças sendo esquartejadas arrastadas pela rua, tele-sequestros, guerras e por ai vai.

E nós, pobres macacos sem pelos, vamos deixando as emoções seguirem isso. Isso é a Matrix que Baudrillard descreve tão indigestamente em:



E ao chegar no nosso ambiente de trabalho, onde deveríamos achar algo compensador, instigante a nos modificar e a crescer... A maioria das pessoas encontra apenas assédio moral. Degradação, humilhação, picuinhas e mais 10271204174017409790213 coisas semelhantes. E o que fazemos?
Vamos, bovinamente, nos acomodando como podemos nesse trem lotado rumo a sei lá onde e de vez enquando um pula fora e se liberta.

Talvez, tudo isso seja fruto da "cientificação" das organizações, como pregado há anos, de Taylor e Fayol, até Clemente... Ou, talvez, seja só acomodação, falta de esperança e falta de auto-estima.
Mas, talvez, pior que tudo isso, seja que estejamos mesmo adormecendo, fruto de como usamos nossa mente e como permitimos que tudo nos permeie e nos atropele, tirando a sensação de que podemos lutar, revidar e melhor que tudo, sair desse mundo. E isso, bovinamente, nos daria conforto. Aquela velha frase do boteco, "Ahh.. é a vida, vamos levando"...

Baudrillard, em outro livro fantástico, tbm detona esse pseudo-falso conforto, em:


Eu ainda prefiro chacoalhar tudo isso, partir para linhas mais a lá Tom Peters, construir coisas profundas, mudar sempre minha percepção de tudo ao meu redor e manter todas as antenas voltadas para as coisas boas, lutando pra preservar meu significado frente a tudo isso. Talvez, Victor Frankl, em seu maravilhoso e recomendadíssimo Search for Meaning tenha algo a ver com isso...



Talvez, a Bahia, terra imensa da felicidade, tbm tenha. Ou talvez eu seja somente um outsider perdido por ai...

E assim parte da humanidade caminha... E voce, até quando vai aceitar esse sequestro de sua realidade mental?

SENTAPUA! E vamos à luta, filhos da Pátria!

WakeUp Calll

Seth GODin, again...

ou... Porque a Apple, sua cultura e seus deuses mandam ver...
Ou... Porque o Google é a Meca para as melhores pessoas do mercado...

Ou... ACCOORDDAAAAA POORRRAA!!! :)

How to Succeed in Business (to Business)

The secrets might surprise you. The most successful b2b organizations, in my opinion, understand the value of:

  • Patience
  • Promises
  • Being Centered

We worked very closely with Brian and his team at Viget for a many months building the initial architecture of Squidoo. There are plenty of shops that can do web programming, plenty that claim they can do UI work and plenty that are even hipper than you. There are very few that manage to pull off the kind of work that Viget does. They were on time, on budget and most important, they didn't cause anyone to lose sleep.

The very things that I look for as a consumer (surprise, fashion, edginess) were in short supply here. Instead, Viget went out of their way to never overpromise. They pushed the hard decisions early in the process so that the thrashing was early, not late. In fact, the end of the process was the most delightful part. Because they know who they are and are clear about it to themselves and to their clients, the chances of making an honest connection with their clients is much higher than someone who is trying to be all things to all people.

Drew Dusebout, a broker/financial planner I know at UBS is the same way. Drew doesn't make vague promises about financial returns, and he doesn't get all excited at the latest gimmick. Instead, he's honest with himself and his colleagues about the world he works in, and his clients always get exactly what they expect. Sure, this is a more difficult way to grow (at first) because you can't seduce the people who are the most likely to jump ship. You can't promise some shortcut that gets you the quick clients. But in the long run, I don't know of any other way to market a service like his.

Here's the hard part about this: if you're very good at what you do, you won't grow. Because lots of people are good at what you do. No one is going to be busy referring you and sending you business just because you're very good. Sorry.

The only way to consistently grow in B2B is to be better than very good. In fact, it's to find something that organizations need and be the very best in the world at it. Hopefully, that thing is something that organizations in your sphere are eager to talk about among themselves. If it is, you win. There's a line at your door for years to come.